domingo, 3 de fevereiro de 2013

Desejo de Domingo - Orgulho e Preconceito por Jane Austen

Boa Noite Gente =D

Em mais um 'Desejo de Domingo', vim desejar o que pra muitos é um clássico da literatura. E posso dizer que me sinto envergonhada de ainda não ter lido esse livro. Mais existem livros em nossas vidas que nunca tivemos a oportunidade de ler, não é verdade? E assim é a minha história com 'Orgulho e Preconceito'.




"Considerada a primeira romancista moderna da literatura inglesa, Jane Austen começou seu segundo romance, ORGULHO E PRECONCEITO, antes dos 21 anos de idade. Originalmente, a obra foi intitulada "Primeiras Impressões", devido às aparências dos personagens envolvidos na trama. Entretanto, por também se preocupar com os preconceitos causados pelo julgamento dos personagens, a autora decidiu que ORGULHO E PRECONCEITO seria um título mais apropriado. Assim como em outras obras de Austen, o livro é escrito de forma satírica. Casamentos não convencionais e infelizes são usados como contexto para denunciar elementos com os quais a autora discorda e para focar nas pessoas frívolas e ignorantes que caracterizam a sociedade contemporânea ao Século 18. ORGULHO E PRECONCEITO pode ser considerado como especial porque transcende o preconceito causado pelas falsas primeiras impressões e adentra no psicológico, mostrando como o autoconhecimento pode interferir nos julgamentos errôneos feitos a outras pessoas. A autora revela certas e posturas de seus personagens em situações cotidianas que, muitas vezes, causam momentos cômicos aos leitores, dando um caráter mais leve e satírico ao livro. A história é contada sob a perspectiva de Elizabeth, mas não foi elaborada em primeira pessoa, resultando na falta de situações comoventes e dramáticas. Há pouca descrição de cenários e o desenvolvimento da trama é composto pela interação entre ideias e atitudes dos personagens. As emoções e sentimentos devem ser decifrados por quem decidir mergulhar na obra de Jane Austen, uma vez que encobertos nas entrelinhas do texto. A escritora inglesa apresenta seu poder de expressar a discriminação de maneira sutil e perspicaz em ORGULHO E PRECONCEITO; ela é capaz de transmitir mensagens complexas valendo-se de seu estilo a um tempo simples e espirituoso. O principal assunto do livro é contemplado logo na frase inicial, quando a autora menciona que um homem solteiro e possuidor de grande fortuna deve ser o desejo de uma esposa. Com esta citação, Jane Austen faz três referências importantes: a autora declara que o foco da trama será os relacionamentos e os casamentos, dá um tom de humor à obra ao falar de maneira inteligente acerca de um tema comum, e prepara o leitor para uma caçada de um marido em busca da esposa ideal e de uma mulher perseguindo pretendentes. O romance retrata a relação entre Elizabeth Bennet (Lizzy) e Fitzwilliam Darcy na Inglaterra rural do século 18. Lizzy possui outras quatro irmãs, nenhuma delas casadas, o que a Sra. Bennet, mãe de Lizzy, considera um absurdo. Quando o Sr. Bingley, jovem bem sucedido, aluga uma mansão próxima da casa dos Bennet, a Sra. Bennet vê nele um possível marido para uma de suas filhas. De fato, ele parece se interessar bastante por Jane, sua filha mais velha, logo no primeiro baile em que ele, as irmãs e o Sr. Darcy, seu amigo, comparecem. Enquanto o Sr. Bingley é visto com bons olhos por todos, o Sr. Darcy, por seu jeito frio, é mal falado. Lizzy, em particular, desgosta imensamente dele, por ele ter ferido seu orgulho na primeira vez em que se encontram. A recíproca não é verdadeira. Mesmo com uma má primeira impressão, Darcy realmente se encanta por Lizzy, sem que ela saiba do fato. A partir daí o livro mostra a evolução do relacionamento entre eles e os que os rodeiam, mostrando também, desse modo, a sociedade do final do século 18." 

Enfim, posso dizer que tenho muita vontade de comprar esse livro, e de poder ler um livro que é tão aclamado pelas criticas. Prometo que assim que tiver a oportunidade ($$), eu farei isso! =D
Mais quem já leu e amei, conta? =D
Beijos, ate mais.

4 comentários:

  1. Também tenho MUITA vontade de ler esse livro.
    Quando digo que nunca li, as pessoas se chocam: "Nossa, logo você que lê tanto!" Mas, enfim, quem disse que a gente consegue ler os clássicos desde novinhos, né? Isso a gente vai aprendendo com o tempo.
    Em breve, também comprarei o exemplar e irei correndo assistir ao filme.

    Beijos,
    Hannah - Secrets of Book.

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  2. Olá!!
    Vim aqui para falar que te indiquei em um selinho la no blog. Espero que não esteja participando ainda....
    Muito sucesso :*
    http://blogsonhoselivros.blogspot.com.br/

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  3. Eu estou dooooooida para comprar esse livro! Já até pesquisei os preços na internet e, se tudo der certo, o comprarei esse mês. Estou morrendo de ansiedade para lê-lo, o filme me encantou e olha que eu não gosto de romances, haha!

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  4. Nossa essa resenha ficou incrível,sou suspeita porque aprecio os livros de Jane Austen,assisti os filmes relacionados à seus livros. E sinceramente naquela época era difícil e trazia muito sofrimento se apaixonar e Jane viveu esse sentimento (infelizmente, mas o interessante é que em seus filmes ela sempre dá um final feliz para a protagonista viver seu amor,ela viveu através de suas personagens que eram livres para amar.
    Jane na vida real não foi feliz no amor(infelizmente) mas ela projetou todo o amor que ela desejaria ter vivido para suas protagonistas,e através delas foi muito,muito feliz com certeza.No Século XVIII,as convenções da sociedade eram conservadoras,as mulheres deveriam viver conforme essas regras: ser educada para fazer um bom casamento.
    Jane era diferente,seu pai tinha uma ampla biblioteca e sua família era de leitores de romances,e incentivavam seu amor pela escrita,e esse amor colocou seus romances entre os clássicos e ela.

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